mesmo que não com os meus,
sinto um palpitar tão dúbio
como o grito de mil coliseus.
Se me tocas as pernas,
ainda que tensas pelo nervosismo,
perigas lançar-me no abismo
De desejar tuas carícias eternas.
Teu sorriso. Ah, teu sorriso!
Que o lápis divino cuidou de desenhar.
Faz que o tempo passe sem aviso.
Se não posso agora tocar-te o corpo,
vou lembrar-me de teu amor em desconforto.
Pelo teu sorriso, que me pode a pele penetrar.
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