três mundos que nunca se encontram
o que eu vejo, o que eu quero e o que me contam
as verdades se contorcem nas linhas do discurso
as malícias que renascem em resposta ao soluço
das paredes escorrem os tratos que afogam a liberdade
últimos suspiros que renovam o domínio
um cigarro, entre um crime e outro
um afago, entre repúdio e o disparo
entre os teus dedos escorrem a sensatez e o orgulho
no meu chão... os cacos do futuro que não veio!
quem pragueja sente a tortura velada
ou é só mais uma vírgula apagada?
Tempo é domínio; usado para o que se tem fascínio, mesmo que quando menino. Por isso é no ônibus, entre a ilha e o continente, que escrevo sobre o que me faz contente.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
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