sexta-feira, 24 de abril de 2020

Carta #1

Eu errei. Não tem um dia que a certeza do quanto eu te amo não me seja arrebatadora.
Precisava desse tempo pra perceber o quanto a ideia de estar com outras pessoas me é estranha.
Eu tentei. Tentei te esquecer. To há dias querendo te mandar essa mensagem. A ideia de que nosso tempo acabou não me entra na cabeça!

Eu entendo se estiver tudo acabado. Eu sei que você pode pensar que causei uma dor desnecessária, mas era necessária! Eu precisava. Desculpa, eu sou assim. Mas eu entendo se estiver tudo acabado.

Penso em você o tempo todo. Sinto falta do teu beijo, do teu carinho, do teu sexo, do teu sonambulismo, da tua voz, da tua risada, do teu ciúme. Da nossa casa, do sofá desconfortável, de TWD, de te dizer que não vou morar na Palhoça de jeito nenhum. Dos nossos planos, das nossas viagens, da tua parceria! Do teu amor, que eu sei que mal cabe no teu peito.

Não acho que fui idiota, mas admito que errei. Não por terminar. Eu precisava! Mas errei por achar que conseguiria te superar. Eu nunca amei - nem o Flamengo - como eu te amo. És o amor da minha vida, eu sempre te disse isso!

Quero que você seja feliz, comigo ou sem mim. Essa é uma escolha que você pode até já ter feito. Mas eu precisava te dizer o quanto eu sinto tua falta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

feixe de luz

se em um traço curvado a lua se destaca como marca indelével de beleza  estática e estética também tu te desvelas em cada abrir e fechar dos...