Me enlaço no traço do teu abraço
Caminho, sozinho, no teu carinho
Me excito neste rito e não hesito
Me ergo sobre o fogo do perigo
Conduzo, confuso e profuso
o saudoso gozo pomposo
Nas veias, às areias das aldeias
Como verme, no aterme de tua derme
Indecente, o presente incandescente
Ecoa, à toa, na proa
Da barca que remarca, mui fraca
Os suspiros e respiros brejeiros
Não selados, arrolados e velados
Do passado, vivido e amado.
Tempo é domínio; usado para o que se tem fascínio, mesmo que quando menino. Por isso é no ônibus, entre a ilha e o continente, que escrevo sobre o que me faz contente.
sábado, 6 de junho de 2020
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