Um verão,
duas almas,
algumas carícias.
Quatro estações,
cinco copas,
tantas delícias.
Uma chance,
dois estágios,
sem lamentos.
Cinco encontros,
muitos beijos,
bons momentos.
Uma vontade,
oportunidade,
entra no carro...
Duas da manhã:
- "Tá tudo bem?"
- "Acende um cigarro."
Até que ponto,
enquanto se vive,
algo é mensurável?
Tudo é flor,
doce o sabor,
aroma agradável.
Tempo é domínio; usado para o que se tem fascínio, mesmo que quando menino. Por isso é no ônibus, entre a ilha e o continente, que escrevo sobre o que me faz contente.
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