Esbocei alcançar sua mão.
O Amor se encolheu.
Sussurrei qualquer bobagem.
O Amor suspirou.
Abriram-se diante dos meus olhos, como agudo arquivo, divino e humano, as memórias daquele a quem encontrei, conheci e por quem chorei, quando sumariamente me deixou.
Me levantei.
Foi quando virou-se e riu, dizendo:
- Meu bem, não te lembras de mim?
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