Um café.
Um violão.
Nós dois a pé.
Mais que um verão.
Andar.
Pensar.
Comer.
Te ter.
De dia,
queria.
Só pra ver.
À noite,
açoite
não te ler..
Tempo é domínio; usado para o que se tem fascínio, mesmo que quando menino. Por isso é no ônibus, entre a ilha e o continente, que escrevo sobre o que me faz contente.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Assinar:
Postar comentários (Atom)
feixe de luz
se em um traço curvado a lua se destaca como marca indelével de beleza estática e estética também tu te desvelas em cada abrir e fechar dos...
-
no tumulto da escrita de si tinta se confunde com sangue e resta escrava do impulso mais primal o de evitar não ser como a busca pulsante pe...
-
ando tão distante de ti nas voltas que o teu corpo me dá escrevo cartas com tudo de mim que se extraviam nos becos escuros e estreitos ...
-
com você nasço, me desfaço, morro e renasço; quiseram meus olhos, toda vez abrirem-se para encontrar os teus! que tal fazermos dos teus...
Nenhum comentário:
Postar um comentário